domingo, 29 de agosto de 2010

Natureza viva



O Anarquismo Verde
Ou, Eco-Anarquismo, é uma corrente anarquista que defende, como qualquer outra corrente anarquista, um movimento contra a hierarquia e qualquer forma de autoridade social, mas que parte de um ponto de vista centrado na natureza e na sua relação com ela. A maior parte dos apologistas do anarquismo verde defendem uma perspectiva anticivilização, apontando para uma realidade humana sem hierarquia como tendo uma origem natural e biológica. O seu discurso distingue-se normalmente das outras correntes pela sua crítica à tecnologia, produto da lógica de domesticação da sociedade patriarcal, como sendo social e politicamente parcial.


O anarquismo verde defende assim uma relação estreita do homem com a natureza, em alternativa à economia da produção em massa onde ele desempenha uma pequena tarefa, reduzido ao trabalho desumano, na gigante máquina industrial, também referida como a megamáquina!!!



(Por outro lado), é possível que o controlo humano sobre as máquinas seja retido. Nesse caso o homem médio poderá ter controlo sobre certas máquinas privadas dele, tal como o seu carro e o seu computador pessoal, mas o controlo sobre o amplo sistema de máquinas estará nas mãos de uma pequena elite. – tal como está hoje, mas com duas diferenças. Devido a técnicas aperfeiçoadas a elite terá maior controlo sobre as massas; e visto que o trabalho humano não será necessário, as massas serão supérfluas, um inútil fardo para o sistema.[...] Eles certificar-se-ao que as necessidades físicas de todas as pessoas são satisfeitas, que todas as crianças são criadas sob condições psicologicamente higiénicas, que todas as pessoas têm um hobby recompensador que os mantenha ocupados, e que todas as pessoas que poderão se tornar insatisfeitas sejam sujeitas a “tratamento” para curar o seu “problema”. Claro que, a vida será tão vazia de sentido que as pessoas terão de ser biológicamente ou psicologicamente engendradas [...] Estes seres humanos artificialmente projetados poderão ser felizes nesta sociedade, mas eles certamente não serão livres. Eles serão reduzidos ao status de animais domésticos."

(Texto extraído)
(JB)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

"Amo a Natureza"

O gosto pela natureza


Em verdade, posso já não acreditar no amor!
Pela falta da verdade, pelo meu ego... cego e indiferente
que se mostra, em quase tudo e por todo o lado.
Ficam os olhos, vagos e indecisos, com a sensação de ardor.

Na procura de um bem que é tranquilo, doce e amado:
A natureza, quase pura, cheia de cores, gosto e odor.
Faz sentido andar sozinho nesta Serra, mas não estou só.
Não é uma fuga, aqui encontro a paz, sem pressão ou pressas.
Está toda uma imensidão de seres e sentidos; tenham inveja...
Este pequeno paraíso é de uma beleza que me confere um novo renascer.
O espaço, onde se pode fugir das pessoas e reencontra-las com outra energia!!!
Apenas com o deslumbramento, uma sensção alegre e a feliz existência.
(texto adaptado)
(JB)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

"Ouça, leia relaxe...




Perdoar é esquecer a dor...
a dor que ferimos.
É esquecer o passado,
pois nada irá mudar.
Perdoar é ser grande,
é aprender com o tempo,
é compreender o que fomos.
Perdoar dá-nos a paz
para seguir em frente,
procurar novos caminhos...
Perdoar é recomeçar com alma
é ouvir o passado...
Será que podemos um dia
perdoar a alguém,
a que nos fez sofrer
alguém que tinhamos como amigo
e nos decepou?
Quem sabe... um dia!!!
(Texto adaptado)
(JB)

quinta-feira, 8 de abril de 2010

"A vida num só dia"


No futuro não sei o que virá
o que acontecerá
aos meus sonhos tão diversos...
amanhã o meu ser se alegrará
ou tristonho ficará
O amanhâ eu não sei;
Qual será o futuro para ti
se não te arrependeres
desta vida tão errante
qual será nesta vida o nosso fim.
Se continuares assim
vem logo para mim.

Como será o amanhã
será feito de sofrer
ou delícias e prazer?
Qual será seu horizonte final
como explicar seu procedente!!!
A nossa vida é um farol
resplandece à luz do sol
ou então fica sem brilho!!!

(JB)